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    dj patife

    O amor é tudo
    Essência, a essência do mundo
    Sem amor, tudo é frio, cinza, vazio
    O Claro parece escuro
    O dia não amanhece

    Sem amor o sinal é vermelho
    Solidão desmantelo
    O coração não aquece
    Quase nada acontece

    Sem amor tudo é nada o dia é noite
    O fogo é água
    O doce é salgado
    Sem amor tudo é pose, cara, boca, close
    Ninguem sente, Ninguem ouve
    o certo parece errado

    Sem amor, sem amor tudo é nada
    O amor é a chave a forma o fundo
    O motor do mundo, o amor é tudo

    papa papa parapa papaparapa papapara

    Alimento, eterno amor
    Calendário, movimento, calor

    papa papa parapa papaparapa papapara

    Céu e terra, constelação
    Relâmpago, chuva, vento, verão
    Sem amor o sinal é vermelho
    Solidão desmantelo
    O coração não aquece
    Quase nada acontece

    Sem amor, sem amor tudo é nada
    O amor é ciencia, forma, conteudo
    A essência do mundo, o amor é tudo

    papa papa parapa papaparapa papapara

    Alimento, eterno amor, calendário, movimento, calor
    papa papa parapa papaparapa papapara
    Céu e terra, constelação, relâmpago, chuva,
    vento,verão

    não sei!

    Sei Lá

    by Gabriel O Pensador/Itaal Shur/Jonathan Maron

    Sei lá, tanta coisa eu tenho aqui pra te dizer...
    Tanta coisa eu tenho em mim pra falar pra você.
    Tanta coisa eu tinha mas não tenho mais, tanta coisa que ficou pra trás, mas agora vai.
    Agora vai ficar meio ridículo, como todas as cartas de amor, que eu nunca te escrevi.
    Agora, se você tivesse aqui, se você quisesse ouvir,
    agora, se você pudesse me seguir,
    eu ia te levar pra conhecer todo aquele sentimento que eu não soube te dizer.

    Se você pudesse vir, se você pudesse ver,
    aqui dentro, onde o tempo não soprou o vento que faz esquecer,
    eu ia dizer tudo de uma vez...

    Não sei, eu acho que eu não ia dizer nada.
    Ou fazia tudo ao mesmo tempo, gritando o meu silêncio na nossa voz calada.

    Um lábio sabe mais que um sábio diz saber.
    Sei lá... A língua lambe mas não sabe o que dizer.
    Sei lá... A lábia fala mas não faz acontecer.
    Sei lá... E o silêncio fica imenso sem você.

    Vem aprender, deixa a vida ensinar.
    Se a vida não souber a gente pode improvisar.
    Se você tivesse aqui pra me ajudar, trazendo o seu perfume pra desentristecer meu ar...
    Ah, que perfume bom, Djavan no som, o gosto bom do seu batom...
    Um sonho quando é bom não devia ter fim.
    E quando vira pesadelo fica tão ruim.
    A sua imagem na imaginação, mas sem você na cama é sempre a mesma solidão.
    A solidão que dói, a solidão que mói, a solidão que me destrói.

    Um lábio sabe mais que um sábio diz saber.
    Sei lá... A língua lambe mas não sabe o que dizer.
    Sei lá... A lábia fala mas não faz acontecer.
    Sei lá... E o silêncio fica imenso sem você.


    Antes, o som do silêncio era excitante, só que sem você é sufocante.
    Dizem que o amor deixa a gente mais completo, mas eu sou metade, só metade sem você por perto.
    E se você consegue rir me vendo chorar, eu não preciso saber.
    Vira o seu riso pra lá.
    Mas se você prefere me ver numa boa, por que não?
    Pode te dar mais prazer do que me ver no chão.
    Se você passar por cima assim você me pisa,
    com essa pose de desprezo, com esse peso que me pira e que me tira toda chance de recuperação.

    Que piração: tô na procura por uma cura pro meu coração.

    E na loucura da procura eu procurei você, e fiz uma procuração.
    É, pro coração, pra curar o coração e deixar o cara são...
    Pronto pra outra lição.

    Um lábio sabe mais que um sábio diz saber.
    Sei lá... A língua lambe mas não sabe o que dizer.
    Sei lá... A lábia fala mas não faz acontecer.
    Sei lá... E o silêncio fica imenso sem você.

    ***


    Amor

    A mais bela história de amor
    SOL E LUA

    Quando o SOL e a LUA se encontraram pela primeira vez,
    apaixonaram-se perdidamente e
    a partir daí começaram a viver um grande amor.

    Acontece que o mundo ainda não existia
    e no dia que Deus resolveu criá-lo,
    deu-lhes então o toque final, o brilho!

    Ficou decidido também,
    que o SOL iluminaria o dia
    e que a LUA iluminaria a noite,
    sendo assim, seriam obrigados a viverem separados.

    Abateu-se sobre eles uma grande tristeza
     quando tomaram conhecimento de que
    nunca mais se encontrariam.

    A LUA foi ficando cada vez mais amargurada,
    mesmo com o brilho que Deus havia lhe dado,
    ela foi se tornando solitária.

    O SOL por sua vez havia ganhado um título de nobreza,
    era agora o "ASTRO REI", mas isso também não o fez feliz.

    Deus então chamou-os e explicou-lhes:
    Vocês não devem ficar tristes,
    ambos agora já possuem um brilho próprio.

    Você LUA, iluminará as noites frias e quentes,
    encantará os enamorados e será diversas vezes motivo de poesias.

    Quanto a você SOL, sustentará esse título porque
    será o mais importante dos astros,
    iluminará a terra durante o dia,
    fornecerá calor para o ser humano
    e a sua simples presença fará as pessoas mais felizes.

    A LUA entristeceu-se muito com seu terrível destino
    e chorou dias a fio.
    Já o SOL, ao vê-la sofrer tanto,
    decidiu que não poderia deixar-se abater
    pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a aceitar
    o que havia sido decidido por Deus.

    No entanto, a sua preocupação era tão grande
     que resolveu fazer um pedido a Deus:

    Senhor, ajude a LUA por favor,
    ela é mais frágil do que eu, não suportará a solidão.
    E Deus, com a sua imensa bondade,
    criou então as estrelas
    para lhe fazerem companhia.

    A LUA sempre que está muito triste recorre às estrelas
    que fazem de tudo para consolá-la,
    mas nem sempre conseguem.

    Hoje eles vivem assim: separados.
    O SOL finge que é feliz,
    a LUA não consegue esconder que é triste.

    O SOL ainda esquenta de paixão pela LUA
    e ela ainda vive na escuridão da saudade.

    Dizem que a ordem de Deus
    era que a LUA deveria ser sempre cheia e luminosa,
    mas ela não consegue isso.
    Porque ela é mulher, e uma mulher tem fases.
    Quando feliz consegue ser cheia,
    mas quando infeliz é minguante,
    e quando minguante nem sequer é possível ver o seu brilho.

    A LUA e o SOL seguem seu destino,
    ele solitário mas forte,
    ela acompanhada das estrelas, mas fraca.
    Os humanos tentam a todo instante conquistá-la,
    (como se isso fosse possível).
    Uma vez por outra alguns deles tentão ir até ela
    mas voltam sempre sozinhos,
    nenhum deles jamais conseguiu trazê-la até a terra,
    nenhum deles realmente conseguiu conquistá-la
    (por muito que achem que sim).

    Acontece que Deus decidiu
    que nenhum amor seria de todo impossível,
    nem mesmo o da LUA e do SOL,
    e foi então que ele criou o eclipse.

    Hoje o SOL e a LUA vivem da espera desse instante,
    desses raros momentos que lhes foram concedidos
    e que custam tanto a acontecer.

    Quando olhar para o céu a partir de agora
    e ver que o SOL encobriu a LUA é porque
    ele se deitou sobre ela e começaram a fazer amor,
    e é ao acto desse amor que se deu o nome de eclipse.
    Importante lembrar que o brilho do êxtase deles é tão grande que
    aconselha-se não olhar para o céu nesse momento,
    os seus olhos podem cegar de ver tanto amor!

    eclipse

    Deus

    "O único sentido íntimo das cousas
    É elas não terem sentido íntimo nenhum.

    Não acredito em Deus porque nunca o vi.
    Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
    Sem dúvida que viria falar comigo
    E entraria pela minha porta dentro
    Dizendo-me, aqui estou!

    (Isto é talvez ridículo ao ouvidos
    De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,
    Não compreende que fala delas
    Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)

    Mas se Deus é as flores e as árvores
    E os montes e o sol e o luar,
    Então acredito nele,
    Então acredito nele a toda hora,
    E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
    E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.

    Mas se Deus é as árvores e as flores
    E os montes e o luar e o sol
    Para que lhe chamo eu Deus?
    Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;
    Porque, se ele se fez, para eu o ver,
    Sol e luar e flores e árvores e montes,
    Se ele me aparece como sendo árvores e montes
    E luar e sol e flores,
    É que ele quer que eu o conheça
    Como árvores e montes e flores e luar e sol.

    E por isso eu obedeço-lhe,
    (Que mais sei eu de Deus que Deus de si-próprio?),
    Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,
    Como quem abre os olhos e vê,
    E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,
    E amo-o sem pensar nele,
    E penso-o vendo e ouvindo,
    E ando com ele a toda hora.

    Pensar em Deus é desobedecer a Deus,
    Porque Deus Quis que o não conhecêssemos,
    Por isso se nos não mostrou...


    Sejamos simples e calmos,
    Como os regatos e as árvores,
    E Deus amar-nos-á fazendo de nós
    Nós, como as árvores são árvores
    E como os regatos são regatos
    E dar-nos-á verdor na sua primavera,
    E um rio aonde ir ter quando acabemos...
    E não nos dará mais nada, porque dar-nos mais seria tirar-nos mais."

    Fernando Pessoa
    Deus

    tudo o que existe

    tudo o que existe
    é amor.
    tudo o que eu quero
    é amar!

    Tudo o que precisamos
    é de nos unir.

    ***
    se todos fossem iguais a você

    tom jobim / vinicius de moraes


    Vai tua vida
    Teu caminho é de paz e amor
    A tua vida
    É uma linda canção de amor
    Abre os teus braços e cantar
    A última esperança
    A esperança divina
    De amar em paz

    Se todos fossem
    Iguais a você
    Que maravilha viver
    Uma canção pelo ar
    Uma mulher a cantar
    Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
    A beleza de amar
    Como o sol, como a flor, como a luz
    Amar sem mentir, nem sofrer

    Existiria a verdade
    Verdade que ninguém vê

    Se todos fossem no mundo iguais a você.

    união

    papillon

    Sinopse:
    Papillon

    Papillon, condenado ao degredo na Guiana Francesa por um crime que não cometeu, foge passados quarenta e três dias.
    Dois mil e quinhentos quilómetros por mar, os ingleses de Trindade, os holandeses de Curaçau, a Colômbia e as suas masmorras alagadas, os índios Guajiros, as tentativas de fuga de Baranquilla e, de novo, o regresso ao degredo.
    Mas desta vez, a situação complica-se. Desta vez, é a reclusão que significa dois anos num isolamento total.
    Uma nova tentativa de fuga e, de novo, a reclusão. Por fim, passados treze anos, a grande fuga, a derradeira e final.
    Obra extraordinária sobre a vida dos condenados ao degredo e um retrato por vezes irónico por vezes brutal das prisões sul-americanas.
    Papillon é também a história de um homem que mesmo entre as maiores adversidades não se lamenta, não se conforma, não se deixa abater e que ao atravessar as mais desumanas condições de vida persiste no seu ideal de justiça, de amizade e de fé no ser humano.
     
    Publicado anteriormente pela Bertrand na década de 70, esta obra autobiográfica de Henri Charriere, que na sua edição original vendeu milhões de exemplares por todo o mundo, revolucionou o género literário autobiográfico, transformando Papillon num marco histórico da literatura universal.
    Henri Charriere acabaria por falecer em 1973, sem saber que a sua obra única se transformaria num dos maiores clássicos do século xx.

    ***
    ora bem... mais tarde vou falar sobre este livro,
    (...) para já só consigo ler e pensar sobre o que estou a viver!

    holographic 2007-2008

    Será que o sol consegue explicar que temos de nos unir?
    isso não sei... mas parece-me que o myrah está perto de conseguir isso!
    Grande live sim sr. tantos sorrisos, tantas caras lindas!

    sun project (02H00)

             

    myrah (14H00)

             

    myrah
          

    boom 2008 para todos